Em
entrevista à Contigo! Online, Pedro confessa que ficou com receio de
ser rejeitado pelo público por conta do caráter duvidoso de seu
personagem e que está solteiro, mas com o coração aberto para receber
uma nova namorada.
Futuro
Ainda não
tenho nada em vista para depois de Rebelde. O meu contrato é por obra e
depois que a novela acabar, não terei mais vínculo com a Record.
Existe a possibilidade de duas peças de teatro, mas ainda não nada
certo. A gente nunca sabe como vai ser o futuro, então vou aproveitar
essa fase para me aprimorar mais artisticamente. Quero continuar minhas
aulas de dança, teatro, ioga e luta para quando aparecer uma
oportunidade eu estar preparado.
Fim de Rebelde
Já está
pintando aquela saudade. Vivemos muitas coisas juntos. Eu construí
amizades que vou levar para a vida toda. Acho que vou sentir falta
desse clima de novela adolescente e de trabalhar com tantos amigos, tudo
foi muito motivador para que a novela tivesse o sucesso que teve.
Binho
No
início, eu fiquei com um pouco de receio. Escutava histórias de atores
que interpretavam vilões e eram xingados na rua. No meu caso, ainda
teria um agravante, o público era de crianças e adolescentes, que nem
sempre poderiam separar uma coisa da outra. Só que, graças a Deus,
todos me receberam com muito carinho. Alguns chegaram a me para e falar
"Nós odiamos o Binho, mas te amamos". Muitos também entenderam o lado
dele, a rejeição dos pais, a solidão entre os amigos. Agora, ele está
arrependido, ele vai mudar por causa do amor. Todos têm que entender que
a mudança é possível sim. Quero que a Pilar perdoe ele e juntos
terminem felizes.
Preconceito
Eu comecei a
fazer balé clássico com 15 anos e lógico que sofri preconceito sim.
Ninguém falava na cara, porque acho que sempre fui bem firme e talvez
tenha desenvolvido um ar até um pouco agressivo para impor respeito,
mas certamente existiam comentários. Às vezes, quando estava em uma
roda de amigos e me perguntavam. O que você faz? eu respondia: balé.
Nossa, ficava aquele silêncio e até chegaram a pensar que era
brincadeira minha. Tenho que confessar, eu mesmo tinha preconceito
antes. Eu vinha de dança de rua e sempre escutava que balé era coisa só
de homossexual. Eu tive que quebrar esse preconceito em mim. Tudo o
que o balé me trouxe era tão superior e tão maravilhoso, que não
poderia ter espaço para esse tipo de coisas.
Assédio feminino
Não tinha
como não ter assédio no grupo de balé em um grupo que em grande parte
era formado por meninas. Estou solteiro, mas claro que pinta um beijo
na boca de vez em quando. Sabe aquele burburinho das garotas comentando
(risos)? E por minha parte, confesso que era muito bom ver as meninas
adolescentes, de colan, aquela roupa coladinha em um corpo todo
definido, lindas, maravilhosas (risos). Conheci muitas mulheres nessa
época, principalmente nas viagens, em que nos apresentávamos. Fui muito
assediado, sim.
Solteiro
Oficialmente,
estou sem namorada há mais ou menos três anos e meio. Não estou
procurando, mas também não estou fechado para namoros. Acho que tem que
acontecer naturalmente. Chego a pensar que seria mais complicado me
relacionar com alguém do meio, mas não quero colocar mais nenhuma regra
para namorar. Já está tão difícil gostar de alguém, quanto mais se a
gente começar a colocar um monte de coisa como regra. Não me senti
atraído por nenhuma menina do elenco, não rolou nada mais do que boas
amizades.

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